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domingo, 9 de agosto de 2009

Vamos falar do que

O tema...
A meta...
A inspiração...
É tudo o que penso quando me coloco à frente do papel na confortável posição de poder escrever o que eu quiser no hemisfério do meu conhecimento e da minha opinião.
Acho que aí que as pessoas se perdem, por sua falta de foco ou de um tema. Imagino o desespero das pessoas responsáveis por fazer um programa semanal e ter como meta trazer sempre notícias, informações e entretenimento para um Brasil multifacetado pelas culturas que nos formam um País reconhecido pelas culturas que em poucos quilômetros que separam cidades, já mostram distintas culturas e opiniões sobre os mais diversos assuntos.
Neste ponto, com todos estes obstáculos, entendo porque a “Revista Eletrônica” como sugere e intitula-se o programa que ultrapassa os limites da minha paciência acaba por escorregar e ficar aquém das expectativas de muitos.
A pouco tempo, pela distração que causa a falta de assunto deste, estive vasculhando os sites de opinião, relacionamento, ou seja lá como chamar... encontrei diversas pistas sobre o assunto que acaba por se tornar uma ótima pauta para minhas palavras neste domingo de chuvas intensas, mas, como falar de chuva é um clichê e tarefa para aqueles repórteres que não conseguiram nada melhor, vamos deixá-la de lado...
De volta ao processo que me leva a escrever, sinto que as pessoas que pensam num programa, numa matéria e conteúdo para colocar de fronte as câmeras para todo o Brasil, vejo que temos um grande problema social: as pessoas são distintas e hoje vejo que os jornais locais nos trazem muito mais informações interessantes e práticas do que jornais nacionais que pincelam temas sem profundidade ou qualquer informação que se aproxime da realidade de nossas vidas, de nossa rotina e do nosso mundo.
O que me chateia é a perda de tempo que faz com que tenhamos que compreender essa falta, vivendo de uma fonte de informação ridícula... que pena... o mundo tem tantas possibilidades, a informação é tão simples...
Mas como dizer para as pessoas que ler e visualizar notícias longe de uma televisão pode ser mais importante e prático do que a comodidade de ficar jogado em frente a uma tela que nos traz um pouco de tudo e nada de muito que temos para aprender, para conhecer e para criticar, dialogar e trazer para o conhecimento pessoal.
Por fim, o mundo é simples, e com a nossa complexidade étnica, onde as raízes culturais ainda são ditatórias na forma que falamos, nos alimentamos, vivemos enfim, com o mundo girando e trazendo o mundo para nosso conhecimento, rasteiro de fontes de informação que não trazem nas entrelinhas, nada mais do que tendenciosismo, política, intriga e conceitos que acabam tornando-se letais para a liberdade de expressão.
Vamos para o mundo sem aceitar as lentes que tentam nos colocar em frente aos olhos... vamos limpos, puros e com a nossa bagagem de conhecimento sem vícios e sem a prisão de uma televisão que fala por todos dentro de uma casa sendo o alto-falante, o ruído a opinião mais ouvidos.

Abstrato.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Show? Má que show?

Show? Má que show?

E o diabo disse: que se faça a televisão!
Deste dia em diante, sabemos como esta história desenrola-se. De uma empresa voltada para o noticiário informativo e investigativo, nasceram as concorrentes, apelativas e vulgares. Desta meiose da teledifusão, dividiram público e por este, são capazes de cortar novelas ao meio para retirá-las do ar. A mesma televisão que um dia foi um artefato de luxo, ostentação nos lares do mundo, hoje polui e escraviza o mundo com a sujeira de baixo calão que repercute nos lares brasileiros.
Eu percebo tal distinção pela qualidade da informação que encontramos e outros meios específicos e qualificados de obter a mesma informação, o quanto poderoso é aquele que tem uma câmera e um microfone em mãos, capaz de julgar pessoas, aprisionar e libertar... poder qual que podemos comparar tranqüilamente sem medo de errar, com as forças sobrenaturais, capazes de fazer chorar, fazer você mudar de opinião, direcionando astutamente a informação que está sendo transmitida até você.
Mas e o show?!
Não tive como não introduzir o assunto que mira esta análise sobre um evento em especial da televisão sem antes acabar com ela...
Agora vamos nos colocar em nossas poltronas, natural e exatamente como fazes todos os dias quando ao chegar em casa, busca “reflexão” em frente à tela. É nesta circunstância em que vamos presenciar a maior besteira dos meios de comunicação, qual não consigo conceber e aceitar sem me irritar:
sabemos que os meios de comunicação, qualquer um destes vive de investimento s injetados nas corporações por meio de algum retorno, neste caso, são na maioria das vezes através de propagandas e aí está: O SHOW DO INTERVALO!!!
Gente,
...vamos combinar...
Má que show!?
Os “reclames do plin plin” do Faustão talvez sejam a expressão clara de que nem mesmo o apresentador suporta a propaganda que invade além dos intervalos, o próprio programa que é recheado de inserções de entidades volumetricamente bem desenvolvidas para bancar o espaço superfaturado desta emissora, mas não diferente, temos o show do esporte (tsc tsc tsc) que cama o show do intervalo.... o intervalo dos jogos, chamam o show do intervalo e assim temos diversos “shows” durante a programação diária da televisão brasileira...
Pode ser mesmo uma overdose de preciosismo... mas me respeitem... show... show para mim tem que ter bastante gente reunida, ao vivo, com um bom artista apresentando seu trabalho... um palco, um ator ou músico apresentando seu trabalho e não lojas que batem craquete, um louco alucinado que só pode estar cheirado para falar tão rápido... e por assim seguimos vendo “show” da vida...

Abstrato.

domingo, 20 de abril de 2008

Feche a Boca pra TV, vá ler um LIVRO!!!

Feche a Boca pra TV, vá ler um LIVRO!!!



Hoje ao contrário do que é uma rotina, hoje venho questionar o conhecimento humano individual, saber na verdade, jamais saberemos porque nos domingos (assim como nos dias se semana), velamos programas de tão baixo calão em nossos canais de TV aberta... procurei verificar a individualidade de cada ser humano sem comparativos (ao que falarei na seqüência) mas sim, analisei porque, pessoas tão comuns, influenciam pessoas simples como nós que paramos a engolir, em frente ao aparelho que compramos para nos alienar, tanta anti-cultura, como tal acontece na maioria dos lares Brasileiros e mundiais. Penso que cada ser humano deve ter a sua busca particular ao que lhe for possível, do conhecer, começando por sua origem, simples e óbvio como acontece em qualquer expressão de vida, buscar sua origem para compreender a trajetória e a que veio, é básico... seguir o caminho do conhecimento por mais óbvio que possa parecer. As aulas de história estão aí para comprovar que faz parte do nosso aprendizado básico, conhecer quem somos e por quais lutas lutamos um dia para hoje pisarmos com orgulho o chão que é de nosso direito, adquirido...

-As comparações:

Comparações são sempre agressivas, anulam as várias capacidades de cada ser humano sempre... sempre estão a igualar os humanos em uma característica única e injusta aos nossos olhos, porém, estão corretos os comparadores...

Analisando o ponto de vista sócio-econômico que nos envolve em país e mundo, comparativos sempre serão extremamente injustos e impróprios, pior ainda: aqueles que julgam-se capazes de comparar, estudiosos e pensantes do mundo moderno, quão mais ingênuos podem parecer aos olhos simples de quem conhece de perto as diferenças existentes entre cada ser humano em nossa rica diversidade cultural, social e política...

Entristece-me perceber que somos por vezes igualados, pesados pelo mesmo valor... Quanta carne moída foi vendida a preço de vitela...

-A busca pelo conhecimento...

De real temos nosso pensamento que embora livre, não vê as placas que indicam o caminho da liberdade e do conhecimento para chegar a perceber tranquilamente que dos comparativos sempre presentes em uma sociedade, vale apenas aquele que diz o quanto escravos somos, quantos livros lemos, quantas peças de teatro assistimos... aos recursos? Pérolas aos porcos... nossa violência cultural arrebata todas as nossas possibilidades de crescimento e ascensão...

Pois que assim seja: mas não esperem minha aprovação para que largues a corda da ciência e da busca pelo conhecimento por ele estar longe de você...

Ao passo que nem mesmo posso dizer que não tens acesso, afinal, de uma biblioteca nunca foi sabido cobrar ingresso...



Abstrato.

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